Archive for the Computadores e Internet Category

O NING está com uma GRANDE PALHAÇADA, podemos mudar isso???

Posted in Computadores e Internet on agosto 20, 2010 by BernardoMontador
TODOS OS ADMINISTRADORES QUEREM PAGAR,
MAS NÃO CONSEGUEM, AJUDEM-NOS

Olá, Senhores coroneis da NET, que encabeçam o NING,
que PALHAÇADA é essa…????

peço a todos vocês do NING uma solução, pois não conseguí escolher o
novo plano, pois o cartão de crédito que eu uso não é internacional.

A Rede Social Fan Club – Nova California Seixas
http://fanclubnovacaliforniaseixas.ning.com/ é uma rede onde
tenho ha mais de um ano de trabalhado dia e noite na divulgação,
e já passamos de 650 membros.

Não posso perder todo este tempo, trabalho e membros
somente por causa de uma forma burocrática de pagamento.

Gostaria de poder pagar as faturas no boleto bancário, ou débito
na conta do cartão. Por favor, preciso da ajuda da vossa equipe.

Sempre que envio os EMAILS, nunca consigo respostas,
como vocês querem que os administradores das redes
criadas no NING, permaneçam, se nem respondem os
emails nem procuram uma forma de facilidade de pagamento???

Não excluam a minha rede, nem a de ninguem, pois todos,
realmente querem pagar. Por favor, preciso de mais tempo,
quero pagar todo o valor que for necessário, mas
deve existir uma outra forma de pagamento que não seja
somente o paypal e cartão internacional.

Pago Até em plano anual em valor único, pois o valor pra me não
é o problema, mas sim a forma de como será efetuado esse pagamento,
o NING, pode criar uma espécie de pagamento via boleto bancário sem
precisar mandar nada de papel pelos correios e sim uma senha por
email, onde destinava-se há um banco onde o administrador
da rede social, iria até o tal banco e pagaria,
seu plano sem problema nenhum.

O NING fazendo assim, todos os Administradores
e muitos outros irão fazer a rede crescer e manter-se viva no ar,
sem prejudicar ninguem, e enricando os bolsos dos donos dos sites,
sem exploração alguma, tudo em uma legalidade REAL,
sem muita Burocracia.

Lembrem-se, que nem todo mundo tem cartão de crédito, e mesmos
os que tem, não confiam em tranzações pela NET, e outros que até
topam fazer, terminam por não fazer, pelo fato do
cartão não ser compatível para os processos dos pagamentos como o
NING vem exigindo, tornando isso uma GRANDE PALHAÇADA,
e falta de consideração com os internaltas em geral.

ass:

Aleyster Crowley Bernardo de Andrade

ou

Argeu California Seixas


BELEZA PURA, VALEU….
Muito OBRIGADO, VAMOS DAR UMA
FORÇA A ESTA REDE SOCIAL E TODAS AS OUTRAS…!!!!!!
http://fanclubnovacaliforniaseixas.ning.com/
CONHEÇA MEU ESPAÇO NO
Fan Club – Nova California Seixas
APROVEITE E FAÇA O SEU
TAMBÉM Abraços e Sucesso!!!!!!!!!!!

Desde já agradeço .
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O NING está com uma GRANDE PALHAÇADA, podemos mudar isso???

Posted in Computadores e Internet on agosto 20, 2010 by BernardoMontador
TODOS OS ADMINISTRADORES QUEREM PAGAR,

MAS NÃO CONSEGUEM, AJUDEM-NOS

Olá, Senhores coroneis da NET, que encabeçam o NING,
que PALHAÇADA é essa…????

peço a todos vocês do NING uma solução, pois não conseguí
escolher o
novo plano, pois o cartão de crédito que eu uso não é
internacional.

A Rede Social Fan Club – Nova California Seixas
 http://fanclubnovacaliforniaseixas.ning.com/ é uma rede onde
tenho ha mais de um ano de trabalhado dia e noite na divulgação,
e já passamos de 650 membros.

Não posso perder todo este tempo, trabalho e membros 
somente por causa de uma forma burocrática de pagamento.

Gostaria de poder pagar as faturas no boleto bancário, ou débito
na
conta do cartão.  Por favor, preciso da ajuda da vossa
equipe.

Sempre que envio os EMAILS, nunca consigo respostas,
como vocês querem que os administradores das redes
criadas no NING, permaneçam, se nem respondem os
emails nem procuram uma forma de facilidade de pagamento???

Não excluam a minha rede, nem a de ninguem, pois todos,
realmente querem pagar. Por favor, preciso de mais tempo,
quero
pagar todo o valor que for necessário, mas
deve existir uma outra forma
de pagamento que não seja
somente o paypal e cartão internacional.

Pago Até em plano anual em valor único, pois o valor pra me não
é o
problema, mas sim a forma de como será efetuado esse pagamento,
o NING,
pode criar uma espécie de pagamento via boleto bancário sem
precisar
mandar nada de papel pelos correios e sim uma senha por
email, onde
destinava-se há um banco onde o administrador
da rede social, iria até
o tal banco e pagaria,
seu plano sem problema nenhum.

O NING fazendo assim, todos os Administradores
e muitos outros irão fazer a rede crescer e manter-se
viva no ar,
sem prejudicar ninguem, e enricando os bolsos dos donos
dos sites,
sem exploração alguma, tudo em uma legalidade REAL,
sem
muita Burocracia.

Lembrem-se, que nem todo mundo tem cartão de crédito, e mesmos
os que
tem, não confiam em tranzações pela NET, e outros que até
topam fazer,
terminam por não fazer, pelo fato do
cartão não ser compatível para os
processos dos pagamentos como o
NING vem exigindo, tornando isso uma
GRANDE PALHAÇADA,
e falta de consideração com os internaltas em geral.

ass:

Aleyster Crowley Bernardo de Andrade

ou

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Desde já agradeço .

Mapas em 3D: o futuro já está aqui!

Posted in Computadores e Internet on abril 21, 2010 by BernardoMontador

Mapas em 3D: o futuro já está aqui!

Por Durval Ramos Junior
Terça-Feira, 20 de Abril de 2010

Já é possível visualizar mapas com efeitos tridimensionais, mas
qual a utilidade disso? Saiba como essa modelagem pode mudar sua vida e
quais os setores que podem fazer uso dela.

Como sempre
acontece em todo dia primeiro de abril, a Google lançou uma série de
pegadinhas para comemorar o Dia da Mentira. Entre as várias histórias
divulgadas, uma das que mais chamou a atenção dos usuários foi sobre
uma atualização em seu serviço de mapas que permitiria a visualização
de locais em 3D.

Por mais que a imagem tenha recebido um botão que ativava a suposta
função e uma nova camada que simulava o efeito tridimensional, tudo não
passou de mais uma brincadeira da empresa.

Apesar de a piada ter enganado muita gente, o fato é que visualizar
mapas em 3D não é algo tão distante de nossa realidade. Já existem
programas, como o próprio Google Earth,
que permitem ao usuário ver diversos locais do planeta com uma
perspectiva mais próxima do real, além de percorrer vários países sem
sair de casa.

Monumentos modelados

Se você sonhou em viajar pelo mundo e conhecer os principais pontos
turísticos de cada país, porém nunca teve condições ou oportunidades
para isso, saiba que já é possível fazer esse tour sem sair da frente
do computador.

Copacabana

O Google Earth foi um dos primeiros programas a utilizar elementos
de perspectiva na visualização de seus mapas. Porém, ao invés de
utilizar o efeito visto nas salas de cinema, o aplicativo modela
monumentos e elementos geográficos de forma que os resultados não sejam
apenas imagens aéreas planas, mas que permitam ao usuário passear pelas
ruas e perceber as dimensões dos edifícios.

A opção “Camadas 3D”, disponível a partir da versão 5 do programa,
faz com que determinados pontos possam ser modelados e criem o efeito
de projeção sobre as imagens planificadas. Com isso, lugares como o Pão
de Açúcar, no Rio de Janeiro, e a Basílica de São Pedro, no Vaticano,
passam a ter volume e ser contemplados como se fossem uma espécie de
maquete.

Mas a Google não é o único a utilizar-se desse recurso. Sua rival, a
Microsoft, lançou uma ferramenta semelhante em seu serviço de mapas, o Bing Maps.
Ao ativar a função de visualização 3D e baixar o plugin necessário, o
site permite que você veja vários locais e cidades do planeta com o
mesmo efeito do programa da Google, com a diferença de poder ser feito
diretamente no navegador.

Birds Eye do Bing Maps

Outro diferencial é o chamado “Bird’s eye” (do inglês, olho de
pássaro), um serviço que é o meio termo entre visualização de satélite
e a tridimensional. Ele possui uma visão aérea com um ângulo um pouco
inclinado, que permite maior percepção de detalhes e proporções, embora
ainda sejam fotografias.

Quem pode se beneficiar com isso?

Como a visualização de mapas em 3D é algo bastante prático, as
possibilidades de uso desse tipo de tecnologia são variadas. Apesar de
essas imagens tridimensionais ainda serem novidade, algumas cidades e
empresas já veem nela uma grande alternativa para o setor de turismo.

 

Um exemplo é a parceria da Prefeitura de Nova York com a Google. A
gigante da internet projetou uma espécie de central de informações para
a metrópole, em que turistas e moradores visitariam e teriam interação
com mesas digitais que exibem o mapa da cidade em busca de locais que
desejam ir e conhecer.

A diferença é que a movimentação é totalmente dinâmica e feita a
partir de um disco inteligente que funciona como um “avatar” da pessoa.
Enquanto o usuário move-o e as ruas são exibidas no formato padrão do
Google Maps, outro monitor projeta o local em 3D, da mesma forma que o
Google Earth, mas com muito mais qualidade.

Com isso, a pessoa pode fazer uma simulação do trajeto a ser
percorrido, já que a tridimensionalidade oferece uma maior percepção de
proporções. Quem nunca se deixou ser enganado pelo Google Maps e
percebeu na prática que a distância real é muito maior?

Visualização de cidades em 3D

Além disso, o turismo 3D também permite que a pessoa saiba o que há
pelo caminho. Na visão aérea tradicional, poucas coisas podem ser
vistas, mas com o novo recurso é possível saber o que há entre os
pontos A e B. Saber quais lojas e serviços estão disponíveis e se
aquela região é segura são alguns dos grandes destaques oferecidos pela
proposta.

O que esperar do futuro

A parceria entre a Google e a Prefeitura de Nova York é um exemplo
do que ainda está por vir com os mapas 3D. Se a tecnologia realmente
for viável, a tendência é que mais cidades adotem esse modelo de “Ponto
de Informações” e tornem tudo mais dinâmico e interativo.

 

Outra possibilidade é o “turismo econômico”. Conhecer pontos
turísticos desta forma dá uma noção muito maior do que ver apenas por
fotos. Por mais que isso não substitua a sensação de conhecer novos
lugares, essa “visita” tem outros usos, principalmente nas salas de
aula. Se um professor de Geografia, por exemplo, quer exibir a seus
alunos as formações rochosas dos Alpes Suíços, basta mostrá-los com
esta tecnologia para que a imersão e compreensão do conteúdo sejam
maiores.

Outro setor que pode fazer uso dos mapas 3D é o de Urbanismo. Com
uma visualização mais detalhada de ruas, dirigentes municipais podem
detectar os problemas de cada região e saber o que falta para que seus
habitantes tenham uma melhor qualidade de vida.

Porém, todos esses pontos são apenas suposições de possíveis usos
que esse recurso pode ter. A tecnologia 3D em mapas é algo real, mas
ainda precisa ser melhor explorada.

O que você
espera desse recurso? Quais outras utilidades que os mapas
tridimensionais podem ter e como isso pode ajudar o usuário? Dê sua
opinião nos comentários.

Ning cobrado: estratégia ou tiro no pé?

Posted in Computadores e Internet on abril 21, 2010 by BernardoMontador
Para
os amantes de redes sociais, foi a pior notícia dos últimos meses. Para
quem entende de negócios, uma sacada de mestre. Para os usuários, uma
lástima. Fato é que o Ning, espécie de Blogger para a criação de redes
sociais particulares, anunciou, semana passada, que vai cancelar todos
os seus serviços gratuitos. Para quem ainda não conhece, o Ning é um
coletivo de redes sociais que oferece ferramentas para que grupos criem
redes com temas e propósitos específicos. Criado por Marc Andreesen, o
pai do saudoso browser Netscape, o serviço nasceu em 2005 e já conta
com mais de dois milhões de redes sociais cadastradas.


O Ning já
estava sendo visto pelas empresas como a saída para a eterna falta de
um produto de comunicação interna que, ao mesmo tempo, congregasse as
modernas ferramentas de interatividade próprias das redes sociais.
Entusiasmadas, as companhias correram atrás da criação de suas próprias
redes internas usando a plataforma criada por Andreesen.



Até então, o Ning sobrevivia através de publicidade
inserida dentro das redes gratuitas. Parece que não deu muito certo –
além de cancelar as inscrições gratuitas, o Ning demitiu 40% de seu
quadro de funcionários. Agora, quem quiser criar uma comunidade dentro
do Ning terá de pagar por isso (ou migrar para outro serviço, e há
muitos). Pior: quem já tem rede criada lá dentro vai ser obrigado a se
converter para a versão paga ou cair fora. Há diversos tipos de
serviços Premium oferecidos pelo Ning – vão desde suporte (US$ 10 por
mês); domínios personalizados (US$ 5 mensais); retirada da publicidade
interna (US$ 25 por mês); mais espaço e banda extra (US$ 10 mensais) e
até um serviço que oculta o “dono” da rede social ou os participantes
destas das ferramentas de busca, por exemplo (US$ 25 mensais).


Ainda
não se sabe como o anúncio será recebido pelos usuários – os
moderadores serão avisados aos poucos pela empresa nas próximas semanas
e terão de tomar a decisão de pagar ou migrar. E o que não falta é
empresa querendo oferecer a mesma coisa que Andreesen estava dando para
os usuários Ning – a possibilidade de criação de redes sociais
“verticais” que sejam de mais fácil controle e administração. E, devido
à moderação, a princípio mais seguras.


Quem conhece o
comportamento do internauta “típico” sabe que ele não tem muita
simpatia por serviços pagos, mesmo que custem baratinho. O problema
maior não fica nem por conta do desembolso de recursos, mas pela forma
de fazê-lo (uso de cartão de crédito ou serviços como o PayPal). Ainda
há muita resistência pelo pagamento online – a não ser via lojas
estabelecidas como a Submarino ou Americanas.com. A história da
internet mostra que o “modelo Google”, que é o de oferecer serviços
gratuitos usando e abusando da publicidade para o retorno do
investimento e consequente lucro, deu certo não só para o Google mas
como para o Facebook. Mas parece que a equipe da Ning não conseguiu
criar um plano de negócios que tirasse das mãos dos usuários o ônus do
serviço. Pode ser que a estratégia seja um grande tiro no pé.




Há muitos usuários satisfeitos com o Ning e muitas
empresas babando com a possibilidade de criação de suas redes
personalizadas dentro da plataforma Ning. E vale lembrar que a rede foi
a alegria de muitos educadores, principalmente no Brasil, aonde ainda
se vê o Orkut como ferramenta de entretenimento e, o Facebook,
elitizado demais para ser usado em projetos de educação. O Ning surgiu,
assim, com uma proposta diferente e uma gratuidade muito bem-vinda.
Assim, redes sociais focada em educação se multiplicariam Brasil afora.
E agora, como fica?


Fato é que o Ning já dava sinais de que
alguma coisa estava errada. Um mês atrás, saiu da empresa simplesmente
a co-fundadora e presidente desta – Gina Bianchini, braço direito de
Andreesen na empreitada. A saída não foi muito bem explicada, mas o
mercado já cogitava mudanças (negativas) no serviço. E cá entre nós:
pega muito mal mudar as regras do jogo depois que ele está em
andamento…


E agora, para onde correr? A resposta é simples. Deem uma olhada em http://www.grouply.com/
– o serviço, nos moldes do Ning, não consegue (mesmo) esconder sua
felicidade com o anúncio da cobrança por parte do concorrente. E
estampou logo em sua Home a seguinte frase “procurando por uma
alternativa ao Ning?”. Outro que ficou contente da vida foi o Grou.ps
http://grou.ps/ningexodus,
considerado o principal concorrente do Ning – chegou a criar uma
comunidade online para ajudar àqueles que não pretendem pagar pelos
serviços Ning e querem uma alternativa às pressas.


O Ning era,
até então, a alternativa preferida daqueles que mantinham listas de
discussões via e-mail – seja Yahoo Grupos seja Google Groups, mas já
não viam o uso do e-mail com bons olhos, principalmente sabendo que o
uso do correio eletrônico como ferramenta de comunicação tem tudo para
cair (e muito) nos próximos anos. Assim, uma rede social que
congregasse todos os participantes das listas parecia ser a saída ideal
e natural, com o bônus extra de blogs e álbuns de fotos.



Aqui
no Brasil, o Comitê para a Democratização da Informática (CDI) foi uma
dentre muitas organizações que migrou sua lista do Yahoo Grupos para o
Ning. Acabou criando sua página institucional misturada à rede social,
tudo feito dentro da plataforma, com algum suporte por parte da
empresa. Pouco, mas algum.


Como forma de agrupar pessoas, o Ning
tem se mostrado um serviço interessante, principalmente porque sua
interface é bastante simples e configurar a rede não exige demais do
criador. Os filtros de controle de acesso também funcionam a contento e
caso o dono da rede prefira um layout personalizado, é possível pagar
por isso, assim como os outros serviços mencionados anteriormente.

A Cúpula do Relâmpago Dourado - Nova California Seixas

A notícia ainda vai reverberar. Mas eu já adianto – estava empolgada
com o uso do Ning em vários projetos pessoais e profissionais e vou
rever meu conceito. Afinal, a questão não é pagar, mas saber se é
possível confiar numa empresa que muda as regras no meio do campeonato
e obriga os usuários a segui-las ou cair fora.