Thundercross é o mesmo grupo de rock metal sinfônico Rhapsody.


Thundercross é o mesmo grupo de
rock metal sinfônico
conhecido por
Rhapsody e atualmente
por Rhapsody of Fire.



Thundercross…???

Esta banda é mais conhecida por Rhapsody
e atualmente "Rhapsody of Fire" essa banda italiana
de metal sinfônico e power metal criada em 1993,
inicialmente chamava-se Thundercross, em 1995 foi
rebatizada com o nome Rhapsody e em 14 de Julho de
2006 mudou seu nome para Rhapsody of Fire devido a
problemas de direitos autorais e marca registrada.

Mesmo com o nome "Rhapsody of Fire", ainda continuará
aparecendo o nome "Thundercross", que é o
resultado de um album demo chamado "Lands of Immortals"…

O album "Lands of Immortals" foi lançado em 1994
quando a banda de metal sinfônico Rhapsody
ainda era conhecida como
"Thundercross". Essa demo ajudou o Rhapsody
a conquistar o seu primeiro contrato com a
gravadora Limb Music Products & Publishing.



* Fabio Lione – Vocal
* Luca Turilli – Guitarra
* Alex Staropoli – Keyboard
* Alex Holzwarth – Bateria
* Patrice Guers – Baixo

Um pouco sobre a banda:

Em 1997 o Rhapsody of Fire lançou seu álbum de estréia,
The Legendary Tales, com o nome Rhapsody. Os co-fundadores
da banda Luca Turilli e Alex Staropoli criaram um som épico
para essa obra, incorporando elementos da música clássica,
música barroca e heavy metal. Tal estilo foi chamado
"Hollywood metal" ou "metal trilha sonora",
pela sua semelhança com trilhas
sonoras. As influências clássicas incluem
compositores como Vivaldi,
Bach e Paganini (a música "The Wizard’s Last Rhymes",
do álbum Rain Of A Thousand Flames, inclusive,
tem base na Sinfonia
do Novo Mundo, de Antonín Dvořák).

Nos anos seguintes Turilli e Staropoli reuniram-se a
Fabio Lione no vocal, desenvolvendo um novo som com os álbuns
Symphony of Enchanted Lands (1998), Dawn of Victory (2000),
Rain of a Thousand Flames (2001) e Power of the Dragonflame (2002).
Escreveram peças como "Emerald Sword", baseada no folclore da Rússia
e com elementos da música celta.

Turilli é o letrista da banda assim como guitarrista.
Suas letras referem-se geralmente a elementos místicos de eras medievais,
enfatizando a luta entre o bem e o mal.

De Dawn of Victory a Power of the Dragonflame a bateria da banda
foi tocada por Thunderforce. Havia um debate sobre se o baterista
era uma máquina, mas na realidade era o pseudônimo de um músico que
não poderia ser creditado por razões contratuais. Alex Holzwarth,
que já estava tocando com a banda em apresentações, foi listado como
integrante oficial em tais lançamentos. O músico grava oficialmente
com a banda desde The Dark Secret.

Christopher Lee esteve envolvido no último projeto, narrando parte da
história. O álbum Symphony of Enchanted Lands II – The Dark Secret foi
lançado em 2004.

A banda produziu o single The Magic of the Wizard’s Dream em 2005,
contando com novas versões para "The Magic of the Wizard’s Dream",
uma das mais populares canções de
Symphony of Enchanted Lands II – The Dark Secret.
Ela foi retrabalhada em quatro diferentes línguas, a saber:
inglês, alemão, italiano e francês.

Em julho de 2006 a banda mudou o nome de Rhapsody para
Rhapsody of Fire devido a problemas legais. Em 25 de setembro
do mesmo ano a banda lançou o álbum Triumph or Agony na Europa.



O nome é Luca Turilli. A idade: 16. Foi quando
começou a tocar guitarra,
e logo desenvolveu uma imediata fascinação por
solos rápidos e neoclássicos,
e treinou adaptando o trabalho de compositores
clássicos na guitarra.
Mas mais do que destruir nas cordas, Luca
compunha músicas e tinha escrito
várias peças barrocas e medievais, que gostava
de incluir como introduções ou
passagens em suas canções épicas/speed. Seu desejo
irrevogável, desde o começo,
é escrever uma ópera para guitarra & orquestra.

Chamam-no Alex Staropoli. Criativo e versátil
tecladista, Alex ama alternar
sons atmosféricos com interlúdios e fugas clássicas.
Adora orquestrações e polifonias e sonha em
tocar um autêntico órgão de tubos.



Luca e Alex se conheciam desde jovens,
e se haviam semelhanças entre estes
dois, elas ficaram ainda maiores quando se
juntaram em 1993 para formar uma
banda chamada Thundercross. A eles juntou-se o
baterista Daniele Carbonera,
vindo da banda italiana Street Shadows. E assim batalharam
durante muito tempo por – como se diz – "um lugar ao sol".
Ao longo dos anos, alternaram-se vários
baixistas e vocalistas, parecendo quase impossível de
se achar a pessoa certa para ocupar os lugares citados.
Entretanto, os diversos problemas enfrentados pelo trio
não os impediu de continuar batalhando pesado em escrita,
gravação, ensaios, shows ao vivo e promoção da banda.
Desde o começo via-se que o
mundo estava lidando com músicos de alta
competência e profissionalidade.



Em 1994, gravaram a demo "Land of Immortals",
composta de 4 músicas,
com o vocalista Christiano Adacher.
Mas foi apenas em 1995, numa pequenina cidade italiana, que Luca,
Alex e Daniele deram o passo decisivo à frente, embora, na época, não
aparentasse. Resolveram mudar o nome de Thundercross para Rhapsody.

No interlúdio: aos 17 anos, ele começou a cantar, e nos anos seguintes
aprendeu a modular sua voz em modos diferentes. Alternava o clássico
estilo heavy (especialmente com vozes semitonadas) com uma voz mais
profunda, atmosférica. Ao estudar canto lírico, alcançou seus excelentes
níveis de interpretação. O nome é Fábio Lione, e sua banda era a Labyrinth.
Nessa época, uma curiosidade: Fabio usava o pseudônimo Joe Terry
quando se apresentava em palco.
De qualquer modo, em 91, Fabio já deixava a
Labyrinth para formar a banda Athena, na qual permanece até hoje.



A primeira demo da Athena veio em 92,
quando na banda havia duas guitarras,
sem teclados. Em 95, o primeiro álbum intitulado
"Inside The Moon" foi lançado,
mas Fabio não participou, pois na época das
gravações pegou labirintite.

Ao mesmo tempo (em 95), o Rhapsody continuava
seu caminho, trabalhando duro.
Nessa época, a line-up era composta por Luca Turilli (g),
Alex Staropoli (keyb), Daniele Carbonera (d),
Christiano Adacher (v) e Andrea Furlan (b).

No mesmo ano, a demo "Land of Immortals"
de 94 chega aos ouvidos do empresário alemão
Limb Schnoor da Limb Music Products & Publishing,
que faz uma proposta para a banda.
É claro que os caras aceitaram a oferta
e fizeram uma parceria com a LMP.



Isso fez com que a banda imediatamente percebesse que precisavam de
mais promoção para o trabalho do grupo e entraram no estúdio Bargas
Livars em Triste, na Itália em janeiro de 95, onde gravaram e mixaram
sua primeira demo sob o nome Rhapsody, intitulada "The Eternal Glory"
com sete (7) músicas. Na verdade, a demo era composta das 4 músicas
da "Land of Immortals" mais 3 novas composições. As músicas:

1. Invernal Fury (4:38) – A canção falava da
majestosa e mística beleza do
inverno, quando a neve cai e o vento frio sopra
pela floresta, sussurrando sabedoria.

2. Warrior of Ice (4:10) – A besta surgira nas terras da mágica Algalord.
Apenas ideais positivos de amor e luz poderiam confrontar a força maligna
do mal trazida à terra. A coragem deve prevalecer – que a luta comece…

3. Tears at Nightfall (1:14) – Quando a noite cai, mais um dia se passou.
À a luz do luar, ambos sentimentos de melancolia e esperança por um mundo
melhor se fundem.

4. Alive and Proud (6:02) – A canção continua a saga de
"Warrior of Ice",
enquanto a batalha das malignas hordas do inferno
contra a alma forte do Bem continua.

5. Land of Immortals (5:45) – Para alcançar a sagrada
"Terra dos Imortais",
devemos resistir aos soldados do mal numa cruzada sagrada,
servindo as forças da luz até o fim.

6. Holy Wind (3:41) – A canção é dedicada ao vento.
Seu toque gentil e suas palavras macias enchem a alma
com alegria e tem o poder de nos guiar à trilha do orgulho e bondade.

7. Eternal Glory (9:35) – Chamando de volta as Eras das
Trevas, esta música remonta o tema da
"batalha sagrada", mas tem seu clímax com o objetivo
definitivo de chegar até a terra da luz eterna.
Para satisfazer essa ambição, devemos seguir
o caminho com o Anjo da
Vingança para trazer justiça onde o mau impera…

"Eternal Glory" tinha todas suas melodias
creditadas a Luca e Alex Staropoli;
e as letras 100% creditadas a Luca Turilli.
A mixagem foi assinada por Cristiane Stern
e pela própria banda, uma vez mais.
Em março de 95 já haviam acabado todo o trabalho,
inclusive a capa (cujo conceito gráfico e idéias foram de Luca e Alex),
que mostrava um bonito cenário de um sol por
detrás das nuvens num entardecer outonal.
A demo foi lançada no mesmo mês de Março de 95.

Entretanto, uma praga começava a parecer
presente na banda. Assim como
bandas como o Iron Maiden sempre foram assombradas
por constantes mudanças na formação,
o Rhapsody começava a, aparentemente, provar da mesma sina.
Pouco depois de lançarem
"The Eternal Glory", Christiano e Andrea Furlan
deixaram a banda.

Felizmente, os integrantes não desistiram e
encararam isso como um desafio. E,
como às vezes o mau vem pra bem, certamente por obra divina,
conheceram o extraordinariamente
talentoso Fabio Lione que se destacara por cantar em duas
das melhores bandas de metal na Itália:
Labyrinth e Athena. Com a visão à frente, os músicos
viram em Fabio a possibilidade de se
tornarem realmente uma potência no cenário metálico mundial.

Com Fabio no grupo, a banda já estava pronta para
mandar bala, e com a ajuda de Limb
Schnoor como empresário, viajaram para os
Gate-Studios em Wolfsburg na Alemanha (!)
em outubro de 96 para gravarem seu novo petardo.

O período de gravação se estendeu até Junho de 97,
quando partiram para a
 mesa de mixagem, que foi ocupada por Sascha Paeth
(guitarrista do Heaven’s Gate).
Aqui é o ponto para deixar claro a familiaridade
e bom relacionamento entre bandas:
o Gate-Studios, em Wolfsburg, na Alemanha,
foi o mesmo estúdio que o Heaven’s Gate
usou para gravar o álbum "Planet E.",
cujo processo de gravação perdurou de março
até Julho de 96. Três (3) meses antes do
Rhapsody chegar pra fazer a sua parte.
O "Planet Earth" foi mixado pelo próprio Sascha Paeth,
que já produziu até o "Angels Cry",
do grupo brasileiro Angra; e pelo Miro.
No processo de mixagem das gravações do Rhapsody,
sentaram-se à mesa de mixagem, novamente
Sascha Paeth e Miro.
Vale lembrar que os teclados
no "Planet E." foram feitos tanto por
Sascha, como pelo próprio Miro.

E "Legendary Tales" foi o nome escolhido para
representar um dos maiores discos de metal
melódico de todos os tempos.
Chega a ser necessário começar um novo parágrafo
para se falar desse maravilhoso debute.



Com R. Limb Schnoor como Produtor Executivo;
Sascha e Miro como técnicos de som
e ‘mixadores’, o álbum foi um sucesso
estrondoso nos quatro cantos do mundo.

Submergindo ainda mais nas curiosidades do disco:

A música do Rhapsody nasceu essencialmente
da união de dois elementos:
a paixão por música clássica, medieval, renascentista,
gótica, folk; e a paixão
pelas "Eras das Trevas", as lendas antigas
e o mundo de fantasia.

Bach, Vivaldi, Paganini, Mozart e muitos outros
de mesmo nível influenciaram
fortemente os dois compositores Luca e Alex em seus
"crescimentos musicais"
e isso é claramente audível em muitas músicas do
"Legendary Tales", enriquecido
por muitos interlúdios barrocos e clássicos originais,
que, como foi dito no começo,
são uma marca registrada de Staropoli.

Todas essas composições no CD são tocadas
por instrumentistas de verdade,
o que era uma meta importante para a banda.
As partes medievais e renascentistas são todas
tocadas por flautistas de verdade
(inclusive, são tocadas pelo irmão de Alex Staropoli,
o Manuel Staropoli,
um artista de orquestra da liga Européia),
cravos de verdade, violoncelos de
verdade e por aí vai… e tudo isso dá à música
um incrível impacto emocional.
Para se ter uma idéia da complexidade do disco,
uma série de músicos profissionais
foram convidados: como backing vocals no disco,
apareceram Thomas Rettke
(vocal do Heaven’s Gate), Robert Hunecke, Miro,
Wolfgang Herbst, Ricky Rizzo,
Fabio Lione (claro!), Luca Turilli, Alex Staropoli,
Cinzia Rizzo e Tatiana Bloch.
No violino solo, Anne Schnyder era quem dava
conta do recado; e no restante da
"equipe das cordas" estavam: Helia Davis (como violino base),
Oliver Kopf (viola), Paul F. Böhnke (violoncelo),
André Neygerfind (contrabaixo); além do quê, quem
ocupou o baixo no disco foi o próprio Sascha Paeth
e algumas partes foram gravadas
por Robert Hunecke. Os violões/guitarras acústicas
e os bandolins (!) também foram gravados por Sascha Paeth

Bem… em função de alcançar um resultado
de profundo impacto como esse,
Luca e Alex naturalmente preferiram
escalas menores em suas composições,
mas isso em geral se aplica aos solos e linhas
vocais, tornando-se freqüentemente
dramáticas e evocativas.

Outro aspecto importante do Rhapsody é as
seções de solo, usualmente longas,
nas quais Luca e Alex podem elevar-se em seus
instrumentos, produzindo interlúdios
rápidos e neoclássicos: um verdadeiro desafio
entre guitarra e teclado. Dito isto,
eles ainda deixam bastante espaço para melodia,
uma parte essencial nas composições
da banda. Luca e Alex preferem harmônicas
menores e escalas diminutas para as fugas e,
como eles mesmos disseram, "uma voz nunca é o bastante",
resultando em várias guitarras
harmonizadas e sincronizadas assim como acontece ao fundo
de uma orquestra sinfônica.
Cravos, violinos, órgãos e coros podem ser ouvidos
freqüentemente apoiando o teclado
e licks de guitarra.

O amor de Luca pela música folk do Oeste
Europeu também é audível. Ele adora compor
melodias ao estilo Russo e Húngaro e em suas próximas
composições, tentará expandir esse
amor para a "música do mundo", inserindo melodias
de várias culturas (todas originais, naturalmente),
incluindo a da Itália.

Outro aspecto importante da música, é o feeling
extremamente positivo com que a banda
deseja se comunicar com seus ouvintes.
Para obter tal resultado, o Rhapsody usa um tipo
de música mais bombástica que por um lado nunca foi
ouvida no metal melódico, com vários
coros para sublinhar a mensagem que teria e poderia
ser feita para atingir um tipo de nirvana;
o orgulho em ser um homem como uma reflexão do
positivismo do cosmos; o triunfo do amor
no relacionamento; resistindo às forças do mal,
pela salvação das terras encantadas, as terras
de heróis reais, heróis de ontem, hoje e amanhã…
os únicos por que valem a pena a Mãe Terra
dar a eles o que dá. Mas os horizontes mágicos,
os crepúsculos sagrados, as florestas encantadas,
as montanhas sagradas e cachoeiras selvagens
devem ser defendidas porque a ameaça está sempre
presente e os ventos do caos podem
começar a soprar a qualquer momento…

Este é o conceito mais importante a respeito das
letras de Luca, que, em "Legendary Tales",
criou um "mundo de fantasia real" que será o ponto
de início para as músicas a serem incluídas
em álbuns subseqüentes.

A escuridão ameaça as terras nas cercanias de Algalord.
Apenas um "guerreiro de gelo"
("warrior of ice"), como contam as profecias, será capaz
de chegar até a "espada Esmeralda"
("Emerald sword"), uma poderosa arma de força positiva.
Ele será guiado em sua aventura pela
"sabedoria dos reis" ("wisdom of the kings"),
apoiado pelas árvores sagradas da floresta encantada,
a "Floresta dos Unicórnios" ("Forest of Unicorns").
A hora chegou, as "chamas da vingança"
("flames of revenge") estão queimando a toda.
Ele precisa levar seu bravo exército a uma épica cruzada.
A aliança precisa ser feita… e o tempo está se esgotando..!

Temas similares formarão as bases para as
letras do próximo álbum, intitulado
"Symphony of Enchanted Lands", no qual o conto de Elgard,
Algalord e Lancelot continuam…

É sobre tudo isso o que fala o fabuloso
"Legendary Tales",
cujas músicas foram escritas
por Luca Turilli & Alex Staropoli.
As letras e conceito de Algalord
foram escritos por Luca Turilli.
O conceito da capa foi do Rhapsody; e o desenho
teve como responsável Eric Philippe, da Bélgica.
O design de capa (adaptação do desenho ao encarte)
foi feita pela Kohlbecher & Partner Digital Design,
de Hamburgo. As roupas que os integrantes
usaram na sessão de fotografias para o encarte e
promoção do disco foram desenhadas por Fabio Feroce,
e as fotos foram tiradas por Karsten Koch, em Hanôver.

O álbum, com dez (10) músicas, foi finalmente
lançado em Outubro de 97. O sucesso alcançado
foi tão estapafúrdio, que alguns reviews feitos
por revistas de metal na Europa chegaram a virar de
ponta cabeça. Carl Frederick, do zine on-line
Battle Hymns chegou a escrever um review dizendo
que não acreditava no que tinha ouvido, e que
teve que escutar o álbum mais de três vezes para
conseguir escrever alguma coisa. Nota dada: 10.
A Fox Metal Magazine, da Bélgica deu 9 pontos
de 10. A BREAK OUT da Alemanha;
a ROCK STYLE da França; a Powerplay do Reino Unido…
todas deram nota máxima ao disco.
A ROCK HARD número 127 da Alemanha deu 8,5 de 10 pontos.
Frode Øien, da revista Scream número 38 da Noruega deu 6 pontos de 6.
Giedrius Slivinskas, da Edge
Of Time, da Lituânia, também deu nota máxima ao disco (5 pontos de 5).
A HEAVY, ODER WAS!?
da Alemanha deu 11 pontos de 12.
Andreas Schöwe, da Metal Hammer # 11 da Alemanha deu 7 pontos de 7.
E as notas máximas não param por aí.
Fulvio Trinca Colonel, da Flash Magazine, na Itália chegou
a ir mais longe, dando 130 pontos de 100!!!!!

Logo depois de tão egrégio sucesso,
a banda já começava a compor novo
material afim de entrar em estúdio o quanto antes.
Enquanto a imprensa se descabelava
com o "Legendary Tales", os músicos já se preparavam
para outro álbum. Entretanto,
infelizmente, os músicos ainda não tinham um
baixista fixo, e Sascha Paeth não poderia
tocar baixo nas gravações para sempre. Então,
depois de vários testes, finalmente acharam
o competentíssimo Alessandro Lotta, ex-Sinesthesia,
que ocupa o lugar até agora.

De posse do membro que faltava, o Rhapsody adentra
uma vez mais as portas do já consagrado
Gate-Studios em Wolfsburg, Alemanha, em Maio de 98,
levando cerca de um mês para gravar tudo.
O novo disco foi novamente produzido por Sascha Paeth e Miro,
e todas as músicas (melodias),
linhas vocais, interlúdios clássicos foram compostos
exclusivamente por Luca Turilli e Alex Staropolli,
os dois cabeças da banda. As letras, uma vez mais,
junto com o conceito da ‘Saga de Emerald Sword’
é de autoria de Mr. Turilli; e os
arranjos orquestrados de Alex Staropoli.

Na verdade, é bom abrir um parêntese por
aqui para falar um pouco sobre o papel de Luca e
Alex dentro da banda em relação ao resto dos
companheiros. Em entrevista à revista de
rock brasileira Rock Brigade número 139,
Luca foi bastante claro em relação ao que pensa
ao afirmar hirsuto que ele "…e Alex somos os líderes
absolutos do grupo, todas as músicas
do Rhapody nascem e nascerão somente de nossas mãos.
Nós criamos as linhas vocais,
as partes de baixo, escrevemos as partituras,
arranjamos as partes orquestradas, etc.
Não queremos ter, de forma alguma, outras
cabeças pensando na banda, pois
nunca aceitaria incluir em nosso som partes
musicais escritas por terceiros…".
Pois é. Humilde ou não, está claro que a
fórmula do Rhapsody deve-se
principalmente às duas cabeças liderantes
do grupo, Turilli e Staropoli.

Mas, voltando à parte discográfica da coisa,
assim como no primeiro álbum,
"Symphony of Enchanted Lands" foi gravado
inteiramente com instrumentistas
de verdade para continuar com a intensidade
emocional e atmosférica do primeiro
trabalho da banda, objetivo que atingiram muito bem.
Entre os convidados especiais
na participação do coro, estavam Thomas Rettke,
Robert Hunecke, Miro, Ricky Rizzo,
Cinzia Rizzo, Tatiana Bloch, Davide calabrese,
Michele Mayer, Giuliano Tarlon, Cristiano
Adacher (sim, o primeiro vocalista do Rhapsody!),
Manuel Staropoli (o irmão de Alex Staropoli),
Fabio Lione, Alex Staropoli, além de Luca Turilli.
Para os vocais barrocos femininos na faixa título,
foi recrutada Constanze Vaniyne.
O narrador das partes faladas ficou por conta de Sir Jay Lansford;
a bateria marchante teve como encarregado Erik Steenbock.
Na equipe de cordas estão:
Ulrike Wildemhof, Almut Schlicker,
Stefanie Hölk, Friedrick Bauer,
além de Matthias Brommann
encarregado do violino solo. As violas ficaram
à mercê da equipe formada por Marie-Theres Strumpf,
Cosima Bergk e Jan Larsen.
O violoncelo por Hagen Kuhr, o contrabaixo
ficou por conta de Andre Neygenfind;
e a viola da gamba (!) por Class Harders. Violões, bandolins
e balalaicas tocados por Sascha Paeth.

A concepção ideológica do disco é basicamente
a continuação da Saga de Algalord,
do guerreiro da luz lutando até o fim pela justiça
e bondade. O encarte, como no primeiro
disco, coloca o ouvinte na própria Algalord,
com seus desenhos fantasiosos de terras
distantes e vindouras à lá Tolkkien.

O conceito de capa foi – como de praxe – do
Rhapsody, e a arte de capa foi obra de Eric Philippe,
da Bélgica, uma vez mais. O Design foi feito
(também novamente) pela Digital Design, de Hamburgo.
As roupas foram de design de Fabio Feroce,
e as fotos tiradas por Karsten Koch, em Hanôver,
igualmente ao feito no primeiro petardo do grupo.

E assim vão. Com o sucesso estrondoso que atingiram
com o primeiro trabalho, a imprensa enlouqueceu
de vez com o segundo petardo. E se a Flash Magazine,
da Itália, tinha dado nota 130 de 100 para a banda,
no álbum posterior, ela foi além e a nota dada
foi simplesmente… "um voto desumano"…!!!!

Bem, infelizmente parece que teremos que esperar
um pouco para podermos ver o Rhapsody ao vivo,
já que Luca afirma que os palcos, por enquanto, estão
fora de cogitação, não tanto pela complexibilidade
e dificuldade de se reproduzirem os trabalhos intrincados
já feitos pela banda, mas pela forma física um tanto
"despreparada" de Turilli…

De qualquer modo, enquanto o mundo vira de
ponta-cabeça com o ‘epic symphonic metal’,
como o próprio Luca definiu, o grupo incansável
já se prepara para compor, gravar, mixar, produzir e
lançar o novo álbum, por enquanto
ainda sem qualquer novidade a respeito.

…E se você é um daqueles que ainda se atormenta
com a dúvida cruel de não saber se prefere ouvir
Bach ou Angra, escute Rhapsody… um metal
épico sinfônico de qualidade irrefutável…!!
E pode ter certeza: igual a esse você não vai achar nunca.
Enviado por anonymos…


Argeu Bernardo de Andrade

Formação

    * Fabio Lione – vocal
    * Luca Turilli – guitarra
    * Dominique Leurquin – guitarra
    * Patrice Guers – baixo
    * Alex Holzwarth – bateria
    * Alex Staropoli – teclado

Ex-integrantes

    * Cristiano Adacher – vocal
    * Andrea Furlan – baixo
    * Alessandro Lotta – baixo
    * Daniele Carbonera – bateria

Narradores convidados

    * Sir Jay Lansford
    * Christopher Lee

Discografia

    Discografia de Rhapsody of Fire

Álbuns de estúdio

    * Legendary Tales (1997)
    * Symphony of Enchanted Lands (1998)
    * Dawn of Victory (2000)
    * Rain Of A Thousand Flames (2001)
    * Power of Dragonflame (2002)
    * Symphony of Enchanted Lands II – The Dark Secret (2004)
    * Triumph or Agony (2006)

EP

    * Rain of a Thousand Flames (2001)
    * The Dark Secret (2004)

Compactos

    * "Emerald Sword" (1998)
    * "Holy Thunderforce" (2000)
    * "The Magic of the Wizard’s Dream" (2005)

Álbuns ao vivo

    * Live In Canada 2005 – The Dark Secret (2005)

Compilações

    * Tales from the Emerald Sword Saga (2004)

Demos

    * Land of Immortals (1994)
    * Eternal Glory (1995)

DVD

    * Visions From The Enchanted Lands (2007)

Participações especiais

    * The Keepers of Jericho part I (faixa 1) (2000)

Fonte de Pesquisas:

Rhapsody

Rhapsody of Fire

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